Museu de Lisboa revela o que Lisboa poderia ter sido

Museu de Lisboa revela o que Lisboa poderia ter sido

Museu de Lisboa revela o que Lisboa poderia ter sido D.R.

O Museu de Lisboa revela, a partir de 26 de Janeiro, 200 peças - desenhos, maquetas e fotografias - que recordam projetos urbanísticos e arquitectónicos que não chegaram a ser concretizados na cidade.

“A Lisboa que Teria Sido” é o título da exposição que inaugura no dia 26 de Janeiro no Museu de Lisboa e que revela “projectos urbanísticos e arquitectónicos que não chegaram a ser concretizados”, explicam os responsáveis do museu.
Estarão reunidas cerca de 200 peças, assinadas por personalidades que “pensaram a cidade”, como Francisco de Holanda, Eugénio dos Santos, J. C. Nicolas Forestier, Ventura Terra, Cristino da Silva, Raul Lino, Cottinelli Telmo ou Cassiano Branco.

No texto que apresenta a exposição, comissariada por António Miranda e Raquel Henriques da Silva, o Museu de Lisboa recorda que “a reconstrução, depois do terramoto de 1755, dotou a Baixa de uma dimensão majestosa, mas a normalização da arquitectura pombalina foi então, e até muito recentemente, considerada soturna e sem grandeza. Tornar Lisboa mais monumental, grandiosa e palco das sucessivas novidades da arquitectura e do urbanismo foi o objetivo da maioria das propostas idealizadas a partir da segunda metade do século XIX”.

A mostra a inaugurar no dia 26 faz uso dos arquivos da Câmara e do Museu de Lisboa, onde estão guardados “inúmeros projectos encomendados para a cidade que, por diferentes razões, não foram realizados, ou que não o foram em todas as suas componentes”. Projectos esses que têm em comum, asseguram os responsáveis pela exposição, “o desejo de monumentalizar e modernizar a capital”.

Desenhos, maquetas, fotografias e projectos de urbanismo e de arquitectura, “desde o século XVI até à contemporaneidade, com maior incidência sobre o século XX”, são os objectos que formam “A Lisboa que Teria Sido”. Os visitantes poderão conhecer uma “selecção de materiais gráficos e tridimensionais focada no eixo central, da Praça do Comércio ao Parque Eduardo VII, o Martim Moniz, a frente ribeirinha, as portas da cidade e as pontes para a ‘outra banda'”. A exposição conta ainda com um catálogo e um ciclo de conversas.

“A Lisboa que Teria Sido”: de 26 de Janeiro (inauguração pelas 19:00) a 25 Junho, de terça a domingo, das 10:00 às 18:00 (última entrada pelas 17:30); preço: três euros inclui entrada em todos os espaços do Museu de Lisboa — Palácio Pimenta, no Campo Grande, em Lisboa.

terça, 14 Nov. 2017 10:00 – domingo, 31 Dez. 2017 17:00
Campo Grande 245, Lisboa, Lisboa

terça, 14 Nov. 2017 10:00 – domingo, 17 Dez. 2017 18:00
Campo Grande 245, Lisboa, Lisboa

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