Coimbra recebeu os Nouvelle Vague com uma calorosa salva de palmas e vozes afinadas

Coimbra recebeu os Nouvelle Vague com uma calorosa salva de palmas e vozes afinadas
M Crespo

Numa curta passagem por Portugal, os franceses Nouvelle Vague revisitaram Coimbra para a apresentação do mais recente disco “Could Be Happy”. O Convento de São Francisco recebeu-os de portas abertas e lotação esgotada.

Depois da passagem, há anos, pelo Teatro Académico de Gil Vicente, desta vez, foi a plateia esgotada do Grande Auditório do Convento de São Francisco que recebeu os Nouvelle Vague com uma calorosa salva de palmas e vozes afinadas.

Foi um “boa noite”, com pronúncia francesa, que deu o mote para 80 minutos de concerto e uma performance irrepreensível dos seis artistas em palco.

 

Na noite de 27 de Outubro ouviram-se os temas de “Could Be Happy”, o quarto álbum da banda liderada por Marc Collin e Olivier Libaux, onde se incluem versões luxuosas e repletas de glamour de temas míticos dos anos 80 como Athol Rose Cocteau Twins, All Cats Are

Grey The Cure, No One Receiving Brian Eno, I Wanna Be Seated Ramones e dois temas originais da banda.

Para além dos novos temas a banda revisitou os hinos bossa nova do costume, Love Will Teaur Us Appart, Too Drunk To Fuck, Gruns of Brixton entre muitos outros, com uma extraordinária receptividade por parte dos fãs que responderam aos apelos da banda para dançar e

fazer coro ao longo de praticamente todo o concerto.

 

A esta dedicação do público, os Nouvelle Vague retribuíram com um encore onde se incluíram diversos solos instrumentais em toda a plenitude da mestria dos seus intérpretes.

 

De salientar a extraordinária coordenação do desenho de luz com o instrumental e voz deste espectáculo, provando que o difícil é fazer simples.

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