“Oeiras no Séc. XVIII – Flor da Murta: História e Estórias de um Palácio” uma exposição a inaugurar em Oeiras

quinta, 25 maio 2017 16:15 Escrito por 
“Oeiras no Séc. XVIII – Flor da Murta: História e Estórias de um Palácio” uma exposição a inaugurar em Oeiras D.R.

“Oeiras no Séc. XVIII – Flor da Murta: História e Estórias de um Palácio” é o título da exposição que vai contar a história do Palácio da Murta, uma importante peça do Património de Oeiras, localizado em Caxias.

Esta exposição ficará patente de 26 de Maio e 08 de Junho, podendo ser visitada entre as 10:00 e as 19:00. A entrada é livre.

Paralelamente à exposição, organizada pela Câmara Municipal de Oeiras, a Oeiras Viva EM e a ADREP Caxias, realizar-se-á um programa dedicado ao tema, que inclui palestras, recriação histórica, workshops de pintura e visitas guiadas.

Se há período marcante do ponto de vista económico para o Concelho de Oeiras, este aconteceu, sem dúvida, entre os reinados de D. José e o de D. João VI, ou seja, Oeiras desenvolveu-se entre 1750 e cerca de 1830.
Embora a construção do Palácio da Flor de Murta aponte para o século XVI, foi remodelado, ampliado e tornado conhecido, no século XVIII, o então Palácio da Terrugem hoje Palácio da Flor da Murta, será considerado nesta Exposição. Através dele iremos conhecer a sua inquilina D. Luísa Clara de Portugal.

Na maquete executada no Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar da Direcção de Infraestruturas do Exército, está espelhada a linha costeira e terrestre correspondente ao concelho de Oeiras e parte do concelho de Cascais desde a Quinta Real de Caxias até à Ponta do Sal.

Este período economicamente fulgurante concretiza-se com a construção de vários palácios e quintas cujos expoentes máximos são a Quinta do Marquês e a Quinta Real de Caxias. À exuberância de construção palaciana junta-se a relevante importância dada na defesa da protecção da Capital, nomeadamente na sua linha de costa. Iniciando-se justamente no início do Séc. XVII, como consequência da guerra da Restauração, foi continuada com a construção de novas fortificações e a modernização de outras, já nos finais do século seguinte. As invasões francesas e a urgência na sua defesa, obrigaram à construção e à organização de bastiões defensivos em terra batida. São de importância histórica relevante e elementos arqueológicos a preservar e a conhecer.

PROGRAMA:

26 de Maio a 08 de junho

10:00 19:00 | Exposição patente ao público – entrada livre

27 de Maio

16:00 17:00 | Pintura sobre Tela com Crianças nos Jardins do Palácio

17:00 18:00 | Palestra “Fortificações da Orla Marítima Oeirense” com o Coronel José Paulo Berger

17:00 19:00 | Recriação Histórica do Séc. XVIII

28 de Maio

11:30 | Visita guiada gratuita com limite de 25 vagas

01 de Junho

17:00 18:00 | Palestra “Patrimónios do Concelho de Oeiras - Palácio da Terrugem” com a Arq. Isabel Soromenho

18:00 19:00 | Palestra “O Abastecimento de água na Quinta da Terrugem - Contributos para um Estudo” com o Dr. Mário Ferreira

04 de Junho

11h30 | Guitarras e violinos e coro adulto de vozes da Crescendo

15:00 | Visita guiada gratuita com limite de 25 vagas

16:00 18:00 | Pintura sobre Tela - Workshop nos Jardins do Palácio - workshop pago (10 euros)

16:30 | Visita guiada gratuita com limite de 25 vagas

06 de Junho

18:00 19:00 | Palestra “Paisagem e arquitecturas ribeirinhas de Oeiras do Sec. XVIII” com o Prof. Joaquim Boiça

08 de Junho

18:00 19:00 | Palestra “Flor da Murta quem foi?”, com Alice Lázaro

Modificado em sábado, 27 maio 2017 02:16