easyJet registou uma taxa de ocupação de 92,1% em 2017

A easyJet registou um crescimento de 14,4% na receita até Setembro, num total de cerca de 1.295 milhões de euros, resultado que foi acompanhado por uma subida nos passageiros transportados e na taxa de ocupação,permitindo um balanço positivo.

 

O número de passageiros transportados aumentou 8%, para 18,8 milhões, devido a um crescimento de 5,5% na capacidade e ao aumento de 2,1% na taxa de ocupação, que se situou em 92,1%.

Johan Lundgren, CEO da easyJet, referiu em comunicado que “a easyJet registou um forte início do exercício e um crescimento significativo das receitas, representado pelo aumento dos passageiros transportados e pelo bom desempenho das vendas acessórias e de voo, graças ao facto de oferecermos, cada vez, mais e melhores opções aos nossos passageiros”.

No comunicado, a companhia low cost revelou que, além da receita global, também a receita por assento subiu 6,6%, enquanto o número de passageiros transportados nos últimos três meses de 2017 chegou aos 18,8 milhões, uma subida de 8% face a igual período de 2016.

Já a capacidade disponibilizada aumentou 5,5%, para um total de 20,4 milhões de lugares, enquanto a ocupação teve uma subida de 2,1%, fixando-se nos 92,1%, refere ainda a companhia, que atribui os bons resultados à “robustez da sua rede”, mas também às falências de companhias aéreas Monarch, Alitalia e Air Berlim, assim como aos cancelamentos da Ryanair.

O comunicado refere também que a “easyJet operou num ambiente comercial sólido, graças à robustez da sua rede e da sua proposta comercial, às reduções de capacidade geral e ao abrandamento do crescimento dos mercados da easyJet, sobretudo devido às falências da Monarch, Air Berlin e Alitalia, bem como ao impacto dos cancelamentos de voos da Ryanair”.

Já a receita acessória aumentou 20%, situando-se nos cerca de 257,2 milhões de euros, enquanto o custo global por assento, incluindo combustível, registou uma subida de apenas 1,6%, o que, segundo a companhia, se deveu “à descida dos preços de combustível e à abordagem da easyJet no controlo de custos subjacentes”. Excluindo combustível, o aumento do custo global por assento aumentou apenas um ponto percentual.

A companhia refere ainda que “o programa de optimização dos serviços da easyJet permitiu alcançar poupanças de cerca de 31,8 milhões de euros no primeiro trimestre e compensar estes aumentos”.

A easyJet destaca ainda uma melhoria também no On Time (OTP), com 81% dos voos a chegar antecipadamente no primeiro trimestre de 2018, apesar do impacto da acção industrial e das condições atmosféricas adversas registadas.

Para 2018, o responsável sustenta que a empresa espera atingir os objectivos, entre os quais se contam “o lançamento do nosso calendário completo na base que acabámos de implementar no aeroporto de Berlim Tegel; o aumento do número de passageiros — de 80 milhões para 90 milhões —; o programa ‘Worldwide by easyJet’ que será expandido; e o aumento da nossa frota para 300 aeronaves na primavera de 2018”.

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