Portugueses contam gastar pouco mais de 400 euros nas férias da Páscoa

Portugueses contam gastar pouco mais de 400 euros nas férias da Páscoa

Portugueses contam gastar pouco mais de 400  euros nas férias da Páscoa D.R.

Segundo a Publituris, o mais recente estudo Observador Cetelem apurou que os portugueses que vão gozar férias na Páscoa 2018 contam gastar, em média, 421 euros, valor que desce para os 326 euros no caso de não saírem de Portugal

Os resultados do estudo, que foi realizado com recurso a entrevistas telefónicas realizadas a 600 indivíduos, “mostram que do total de inquiridos, 47% contam gozar férias na Páscoa, gastando, em média, 421 euros em alojamento, refeições e deslocações.”

Ainda assim, 52% dos indivíduos admitem que podem gastar até 500 euros, enquanto 16% consideram o valor baixo, e apontam para montantes entre os 501 e os 1000 euros, existindo ainda 7% que contam gastar acima dos 1000 euros.


Os consumidores que contam realizar gastos mais baixos são os que vão fazer férias em território nacional, com uma média de 326 euros, enquanto quem vai viajar para o estrangeiro aponta para gastos na ordem dos 746 euros.

O estudo apurou que os 45% dos portugueses que vão permanecer no país gastarão entre 101 euros e 500 euros, enquanto dos que vão viajar para fora, 72% assumem não conseguir gastar menos de 500 euros e 36% asseguram mesmo que pensam ter encargos superiores a 1000 euros.

“Como todo o período de férias, as férias da Páscoa levam, muitas vezes, a que os consumidores tenham gastos adicionais, mesmo que o período de descanso seja tendencialmente inferior ao que é gozado no decorrer do Verão. A disparidade de valores estimados para gastos nas férias da Páscoa entre pessoas que passam férias no estrangeiro ou em Portugal é evidente e habitual, tendo em conta que uma deslocação para fora do país é geralmente dispendiosa, em comparação com uma viagem no perímetro nacional”, comenta Pedro Camarinha, director de Distribuição do Cetelem.


O estudo permitiu ainda perceber que, dos gastos planeados, 54% do valor, no caso de quem vai viajar para fora do país, será para alojamento e refeições, enquanto os restantes 28% terão como fim a deslocação, nomeadamente transportes, combustível ou portagens, percentagens que não sofrem grande variação no caso de quem fica em Portugal, em que 53% dos gastos se destinam à estadia e 27% aos custos de viagem e deslocação.

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